Jornais Portugueses
O Jornal online português que escolho para falar é o semanal Expresso. Destaco-o entre alguns jornais portugueses, a nível de conteúdos mas também na sua forma, tendo em conta os elementos base da qualificacão de um jornal online.
Começando por compará-lo a outros jornais portugueses, a nível de usabilidade e design, não se distancia muito deles. A estrutura e o modo de organizacão é idêntico bem como o design. Seguem todos a mesma linha, títulos, textos e fotografia a ilustrar. O expresso não foge muito à regra, mas oferece mais coisas, a nível de multimedialidade e originalidade na interacção com o público. Por exemplo, possui alguns vídeos disponíveis, podcast, fotogalerias. Falando em interactividade, podemos considerar que cria bastante, oferecendo foruns e blogues, onde não é necessário ser-se assinante pago, ou mesmo através do barómetro, onde os leitores podem votar para dar a sua opinião acerca de uma determinada pergunta. Aparecem mesmo alguns blogues na primeira página para incitar os leitores a divulgar a sua opinião, deixando comentários. O leitor tem lugar neste jornal online.
Falando a nível de hipertextualidade, não posso deixar de focar o facto de na primeira página haver um link directamente para o site da SIC. Há vários links para outras páginas dentro do Expresso, para quem deseja aprofundar um ou outro tema ou registar-se em algo. Há também links de acesso a outros sites do clix ou mesmo a sua homepage.
No entanto, mesmo tendo escolhido um jornal online português que se destaca dos outros, não é possível compararmos a alguns jornais estrangeiros, nomeadamente americanos. Há uma grande distância dos nossos para os outros, basta pensarmos nos elementos que lhes conferem prestígio. A nível de design é de notar que, enquanto os jornais portugueses nao diferem uns dos outros no estilo, os americanos conferem a cada jornal um design próprio, original, criando-o de acordo com o seu conteúdo, mas diversificando na forma. Mas mesmo assim, conseguem não tornar os seus jornais online complexos ou demasiado confusos na sua apresentação. Ou seja, o nível de usabilidade permanece o mesmo, há facilidade na acessibilidade e navegação.
Quanto à multimedialidade, nem sequer há termo de comparação. Os jornais americanos dão preferência à informação através de vídeos, filmes, slide shows, audio slide shows, aliando isso ao contacto com o leitor, a interactividade. O leitor sente que pode ficar horas ou dias a navegar num só jornal online sem nunca ver a mesma coisa, mas ao mesmo tempo, conseguindo através de links, voltar ao início com alguma facilidade. Os jornais portugueses oferecem informação pelo meio mais básico, através de texto e fotografia, o que torna o jornal monótono e desanima quem o visita. Não mostra preocupação na variedade de multimedia e mesmo que surja algum vídeo ou filme, não tem a acessibilidade dos americanos, nem a qualidade, nem suscita o mesmo interesse.
Apesar da hipertextualidade de alguns jornais portugueses, neste caso o Expresso, é de notar a diferência nos sites a que este se liga e a que outros americanos se ligam. Há muito mais links para sites de publicidade nos jornais portugueses do que para sites de interesse informativo ou noticioso, embora também existam vários links para complementar informação. Penso que a nível de interactividade os jornais portugueses não estão assim tão longe do que se pretende, porque têm espaço para dar as suas opiniões e visitar blogues de pessoas conhecidas, ou mesmo entrar em fóruns para discussões, tal como em jornais noticiosos americanos.
Seria necessário uma grande evolução, também muito a nível de conteúdos informativos, para chegar à qualidade de um dos jornais americanos que já visitámos. Se temos jornais que fazem jornalismo noticioso sério, também temos outros que parecem fazê-lo, mas não perdem oportunidade de se deixar cair no sensacionalismo, procurando cobri-lo com outras notícias. Contudo, continua-se a abordar alguns temas e problemas de forma muito mais superficial do que o verdadeiro jornalismo deve fazer. Devemos tentar seguir o exemplo daqueles que conseguem atingí-lo ou pelo menos tentam ao máximo. O melhor exemplo, nunca o pior.
Começando por compará-lo a outros jornais portugueses, a nível de usabilidade e design, não se distancia muito deles. A estrutura e o modo de organizacão é idêntico bem como o design. Seguem todos a mesma linha, títulos, textos e fotografia a ilustrar. O expresso não foge muito à regra, mas oferece mais coisas, a nível de multimedialidade e originalidade na interacção com o público. Por exemplo, possui alguns vídeos disponíveis, podcast, fotogalerias. Falando em interactividade, podemos considerar que cria bastante, oferecendo foruns e blogues, onde não é necessário ser-se assinante pago, ou mesmo através do barómetro, onde os leitores podem votar para dar a sua opinião acerca de uma determinada pergunta. Aparecem mesmo alguns blogues na primeira página para incitar os leitores a divulgar a sua opinião, deixando comentários. O leitor tem lugar neste jornal online.
Falando a nível de hipertextualidade, não posso deixar de focar o facto de na primeira página haver um link directamente para o site da SIC. Há vários links para outras páginas dentro do Expresso, para quem deseja aprofundar um ou outro tema ou registar-se em algo. Há também links de acesso a outros sites do clix ou mesmo a sua homepage.
No entanto, mesmo tendo escolhido um jornal online português que se destaca dos outros, não é possível compararmos a alguns jornais estrangeiros, nomeadamente americanos. Há uma grande distância dos nossos para os outros, basta pensarmos nos elementos que lhes conferem prestígio. A nível de design é de notar que, enquanto os jornais portugueses nao diferem uns dos outros no estilo, os americanos conferem a cada jornal um design próprio, original, criando-o de acordo com o seu conteúdo, mas diversificando na forma. Mas mesmo assim, conseguem não tornar os seus jornais online complexos ou demasiado confusos na sua apresentação. Ou seja, o nível de usabilidade permanece o mesmo, há facilidade na acessibilidade e navegação.
Quanto à multimedialidade, nem sequer há termo de comparação. Os jornais americanos dão preferência à informação através de vídeos, filmes, slide shows, audio slide shows, aliando isso ao contacto com o leitor, a interactividade. O leitor sente que pode ficar horas ou dias a navegar num só jornal online sem nunca ver a mesma coisa, mas ao mesmo tempo, conseguindo através de links, voltar ao início com alguma facilidade. Os jornais portugueses oferecem informação pelo meio mais básico, através de texto e fotografia, o que torna o jornal monótono e desanima quem o visita. Não mostra preocupação na variedade de multimedia e mesmo que surja algum vídeo ou filme, não tem a acessibilidade dos americanos, nem a qualidade, nem suscita o mesmo interesse.
Apesar da hipertextualidade de alguns jornais portugueses, neste caso o Expresso, é de notar a diferência nos sites a que este se liga e a que outros americanos se ligam. Há muito mais links para sites de publicidade nos jornais portugueses do que para sites de interesse informativo ou noticioso, embora também existam vários links para complementar informação. Penso que a nível de interactividade os jornais portugueses não estão assim tão longe do que se pretende, porque têm espaço para dar as suas opiniões e visitar blogues de pessoas conhecidas, ou mesmo entrar em fóruns para discussões, tal como em jornais noticiosos americanos.
Seria necessário uma grande evolução, também muito a nível de conteúdos informativos, para chegar à qualidade de um dos jornais americanos que já visitámos. Se temos jornais que fazem jornalismo noticioso sério, também temos outros que parecem fazê-lo, mas não perdem oportunidade de se deixar cair no sensacionalismo, procurando cobri-lo com outras notícias. Contudo, continua-se a abordar alguns temas e problemas de forma muito mais superficial do que o verdadeiro jornalismo deve fazer. Devemos tentar seguir o exemplo daqueles que conseguem atingí-lo ou pelo menos tentam ao máximo. O melhor exemplo, nunca o pior.
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